segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Evangelizando nossa crianças




Pais violentos, lares desfeitos  = crianças rebeldes
Pais drogados  = crianças delinqüentes
Pais hostis  = crianças isoladas, medrosas
Pais muito protetores  = crianças indefesas e sem iniciativas
Pais permissivos  = crianças mimadas e sem disciplinas
Pais omissos  = crianças mundanas

Diariamente ouvimos nas mídias noticias sobre crianças abandonadas, violentadas, agredidas, tratadas como adultos e muitas delas ainda bebes são deixadas em igrejas, banheiros shopping e até em latas de lixo - meu Deus a que chegamos - mitas destas crianças vão para abrigos, outras ficam soltas por este mundo afora tendo seu futuro destinado ao caos.

Quem poderá salva-las?

Temos também casos de crianças criadas em lares violentos onde os pais diariamente as espancam, outros exploram suas infância com trabalhos braçal, para que possam trazer dinheiro para casa. Outras têm pais drogados, hostis, permissivos, distantes ignorando-as por completo. Que futuro terão estas crianças? Que cidadãos serão? Se não for pela misericórdia de Deus muitas delas serão jovens rebeldes, delinqüentes, isolados, medrosos, sem iniciativas, sem disciplina, etc.

Quem poderá salva-las?

Ah, mas temos também pais presentes mais, que são muitos omissos em relação ao ensinamento religioso, deixando isso para mais tarde, não sabendo eles que será muito tarde. Acham que só trazendo as crianças para a igreja elas estão salvas do mundo pecador. Não, é necessário mais que isso, é preciso policiamento constante sobre elas, pois o inimigo está só esperando o momento certo para agregá-las aos seus seguidores.

Quem poderá salva-las?

Todos nos, poderemos salva-las destes futuros cruéis, se não, seremos cobrados no juízo pelo Pai eterno.
A palavra de Deus é bem clara: “Deixai vim primeiro as criancinhas pois das tais é o reino dos céus”.
A criança é o símbolo da inocência, inocência esta que nos dias de hoje está sendo corrompida pelos atos deploráveis de muitos que não as educam como devem ser, deixão-nas  a mercê do modismo e podridão mundana.
Tragam seus filhos para os caminhos do Senhor, se mais tarde eles se desviarem estará dentro deles a semente do Espírito Santo que no momento certo irá sensibilizá-los fazendo retorna-los aos pés do pai como o filho pródigo o fez.
Vamos fazer dessa nova geração soldados de Cristo, vamos continuar o trabalho feito pelos nossos antecessores Jacó, Moisés, Davi, Elias, etc

Louvai ao Senhor!

terça-feira, 3 de julho de 2007

Missionária - A vendedora de púrpuras


Esta história é pequena , mas é muito importante aprender com essas pessoas. Mas essas pessoas tem um dom especial. Um talento especial e não desperdiçam aquilo que Deus nos deu.
Deus nos dá habilidades e é importante a gente saber usar sempre esse talento que Deus nos deu para engrandecer o nome Dele.
E uma delas é Lídia.
Mas... quem era Lídia?
A sua historia está na Bíblia em poucas palavras, mas é muito linda a sua história.
Era uma vez uma mulher chamada Lídia.
Ela era muito boazinha e também era rica.
Puxa!!! Era rica??? Sim... sabe por quê? Ela tinha uma casa muito grande e gostava de receber as pessoas em sua casa.
Dona Lídia era uma vendedora.
Sabe o que ela vendia? Púrpura...
Mas... o que é púrpura??? A púrpura era uma tinta vermelha extraída de moluscos. Antigamente as pessoas não tinham roupas tão coloridas como as nossas. Eram sempre da mesma cor. E as pessoas enjoavam daquela cor. Então, descobriram que do molusco se conseguia extrair uma espécie de tinta vermelha. Puxa!!! As pessoas ficaram contentes, pois poderiam ter roupas vermelhas. Eba!!!
Mas... tinha um probleminha... Aquela tinta era muuuiiito cara. E só as pessoas ricas podiam comprá-la, porque custava muuuiiito dinheiro.



Dona Lídia, vendia dessa tal púrpura para as pessoas. Ia nos palácios, conversava com os ministros, tesoureiros, príncipes e vendia a sua púrpura. E ela era muito inteligente... Sabia fazer as contas direitinho, e ninguém enganava ela. Por isso ela era muito respeitada onde ela morava.
Mas... a Dona Lídia, não gostava de uma coisa, lá no lugar onde ela morava. As pessoas não acreditavam no nosso Deus criador de todas as coisas. Eles tinham vários deuses, e ficavam adorando aquelas imagens. Puxa... Dona Lídia não gostava daquilo, então ela decidiu a crer e temer somente no Deus dos judeus, que é o criador de todas as coisas.
Ali, na cidade de Filipos, que era onde Dona Lídia morava, tinha uma rio. E sabe o que ela gostava de fazer na beira daquele rio?
Será que ela ia pescar? Não...
Ela e outras mulheres gostavam de ir na beira daquele rio para orar. Conversar com Deus. Pedir a proteção de Deus... Agradecer a Deus.
E lá estava Dona Lídia, na beira daquele rio, quando de repente... Ele viu que alguns homens se aproximaram.
Ai... quem seria???
Seriam ladrões???
Quem poderia defendê-las??? Só tinha mulheres ali... Mas elas confiaram em Deus. E quando aqueles homens se aproximaram. Elas perceberam que eram pessoas de bem.
Um deles, chamado Paulo, falou que o Deus criador de todas as coisas enviou o seu filho Jesus para morrer pelos nossos pecados.
Dona Lídia escutou atentamente. Nunca tinha ouvido aquilo. Para ela aquilo era novidade.
Paulo também disse que Jesus morreu, mas ao terceiro dia ressuscitou. E quem cresse em Jesus, filho de Deus, e fosse batizado, seria salvo.
Dona Lídia não pensou duas vezes.
Ela logo quis se batizar e depois foram as pessoas da sua casa. Foi uma festa!!!
Dona Lídia ficou feliz, porque agora tinha Jesus.
E assim, ela convidou aquele homem – que era Paulo e seus amigos para ficarem em sua casa, porque eles nem tinham onde dormir. E lá, Dona Lídia, deu comida para eles, e preparou-lhes um quarto bem confortável.
Eles foram embora, mas ali, naquela cidade onde Dona Lídia morava foi estabelecida a Igreja de Filipos. Muitos daqueles homens que adoravam aqueles deuses estranhos que dona Lídia não gostava, se converteram e foram batizados em nome de Jesus. E assim o evangelho ali em Filipos foi crescendo e quem tomou a primeira decisão ali foi a dona Lídia, a nossa vendedora de púrpuras. 




Que tem uma história tão pequena como uma formiguinha, mas que foi muito importante para a igreja de Jesus. Que soube usar a sua profissão, ganhando muito dinheiro e ajudando as pessoas.